Legião Urbana Uma Outra Estação
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O barco além do sol de Marcelo Bonfá Marcelo Bonfá

O título

Como pude me surpreender ao perguntar pro meu filho Tiago, como ele achava que o disco deveriase chamar? Foi como se ele já estivesse aguar´dando aquele momento. Fez um pequeno suspense e respondeu: "O barco a lém do Sol". Foi perfeito. Como eu poderia ter esquecido as nossas caminhadas pelo jardim, pensando numa frase para uma letra nova?! Como eu poderia ter esquecido seu interesse em assistir as gravações jurando ficar quietinho!? O fato é que ele conseguiu traduzir em palavras toda a magia que havia naquelas dez faixas. Um nome mágico, como foi também todo o processo de feitura deste CD. Deixe que o barco me leve... As canções As células destas canções nasceram por volta de 1996 e se desenvolveram ainda na mesma plataforma até 1997. Nesta fase eu selecionava dentre as minhas idéias, aquelas músicas que apresentavam uma estrutura mais pop/rock". Eu caminhava nessa direção até que, em determinado momento, foramas canções que passaram a me mostrar o caminho a seguir.A cada instante deste processo me perguntava o que era exatamente que eu estava fazendo e, a cada minuto, me vinham uma resposta diferente. Algumas respostas estavam no trabalho em si, outras vinham em forma de mágica sincronia. No final de 1997, eu já tinha selecionado doze músicas e, assim, no silêncio das adrugadas, as melodias foram surgindo, uma a uma. Num dialeto estranho, uma mistura de inglês com bonfês. Terminei este ano pensando em sair à procura das "pessoas certas" para "traduzir" aquelas "letras", já que para mim, elas estavam tentando dizer alguma coisa. E realmente diziam, como o tempo veio provar.Enfim, chegara a hora de dizê-las com palavras. Decidi que deveria seguir em frente "com o coração" e "olhar de vez em quando" para trás. E quando eu parava, a única coisa que vinha à mente era que havia alguém lá fora que esperava pelo menos sinceridade de mim. Quanto a escrever as letras, até então uma área onde eu não tinha muita experiência,achei melhor ir pra onde "as canções estavam me levando". O fato de eu estar trabalhando em áreas inteiramente novas para mim e, ao mesmo tempo, ter confiança suficiente para tocar as coisas da minha maneira, ajudaram a me focar em um objetivo. As canções. Um parceiro para escrever as letras O Gian chegou a tocar baixo numa das fases do Legião, em apresentações ao vivo, mas viemos a nos tornar realmente amigos só agora. Já no primeiro contato mostrei uma música para ele na qual eu tinha uma boa idéia do que queria falar. Ele levou a fita com a música e quando me retornou, já no dia seguinte com uma letra, foi que eu percebi que tinha encontrado alguém que poderia me ajudar a escrever aquilo que eu estava sentindo. Da mesma maneira cheguei até a Fernandinha e ao Fausto. Apesar da grande expectativa dentro de mim, eu havia aprendido que deveria ficar mais receptivo.

Interpretar as minhas próprias palavras

Não foi nem um pouco fácil esta minha nova jornada - aulas de canto, noites em claro escrevendo - mas nem por isso, menos fascinante as coisas com que tive que lidar e aprender ao longo deste trabalho. Oficialmente eu e Carlos Trilha começamos a produção em fevereiro de 1999, assim que o meu home studio ficou pronto. Juntando-se a nós, no meio do caminho, Gian Fabra que gravou os baixos e Fred Nascimento que gravou os violões e as guitarras, finalizando em grande estilo com Gerge Marino, da Sterling Sound (NY) em Dezembro de 1999. Isso tudo só para dizer que este disco não poderia ter sido feito de forma diferente. e que fiquei 100% satisfeito com o resultado que obtive neste trabalho. E por ele ter marcado uma nova e maravilhosa fase da minha vida. Por fim, queria que "O barco além do Sol" me levasse assim, de encontro às pessoas. Material Cedido por: Trama Music http://www.trama.com.br

 

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