Legião Urbana Uma Outra Estação
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Biografias de Raul Seixas e Renato
Russo prometem revelações bombásticas

      

      Em Raul Seixas - A História que não Foi Contada, obra que será lançada no início de abril pela Editora Irmãos Vitale, o músico e ex-empresário de Seixas, Elton Frans, relata quase tudo que viu acontecer na vida do amigo entre 1979 e 1989. "Só não contei tudo porque iria mexer com gente muito grande", diz o escritor.

      Com menos polêmica e mais curiosidades, a história de Renato Russo, ex-líder do Legião Urbana, reaparece contada pelo jornalista Arthur Dapieve, que prepara para agosto o lançamento de um livro sobre o compositor que fará parte da série Perfis do Rio, da Editora Relume Dumará.

      Em um texto que resume sua obra, Elton Frans revela que foi impedido de publicar seu livro na íntegra. "A história real foi suavizada pelo departamento jurídico da Editora Irmão Vitale porque muitas verdades devem ser caladas", diz o texto. Em entrevista ao Jornal da Tarde, o escritor foi mais além em alguns pontos que o livro não pôde chegar.

      Em 1989, pouco antes de deixar definitivamente de trabalhar ao lado de Raul, Frans conta que o músico baiano foi procurado por Marcelo Nova para iniciarem juntos uma série de apresentações. Frans diz que Nova havia acabado de deixar o grupo de rock Camisa de Vênus e só queria tirar proveito financeiro da parceria.

      "O primeiro show que eles fizeram juntos, no Olympia, trazia o nome de Nova em destaque e o de Raul só como convidado. Durante a apresentação, era indiscutível que 99% do público só gritava pelo nome de Raul. Ficou claro que Nova só queria se promover e ganhar dinheiro com a parceria."

      O escritor afirma ainda que Raul Seixas lhe confidenciou que só havia assinado um contrato para fazer shows com Marcelo Nova porque "estava bêbado". "Ele me disse que não tinha noção do que estava fazendo quando assinou aquele contrato. Era uma época em que Raul precisava muito levantar um dinheiro e acabou aceitando a parceria."

      A bebida que teria feito Raul Seixas tomar a atitude equivocada não foi a principal droga na vida do roqueiro. Segundo seu ex-empresário, o que o matou foi a convivência com falsos amigos que sempre lhe ofereciam drogas nos momentos em que o músico estava se recuperando. "O problema é que muita gente que se aproximava dele queria mostrar que também era 'maluco beleza'. Eles traziam de tudo e Raul aceitava."

      Em 83, Frans, Raul Seixas e um jornalista amigo do roqueiro (que o escritor diz não lembrar do nome) estavam em um Landau preto a caminho de um show que seria realizado na casa Raio Laser, em São Paulo. "Antes de sairmos eu tinha dado a Raul suco de tomate com calmante para que ele dormisse durante a viagem e não bebesse antes do show." O empresário conta que o jornalista ofereceu tanto uísque ao roqueiro que conseguiu fazer com que ele chegasse embriagado ao local.

      Por se recusar a usar drogas e cobrar profissionalismo do amigo, pedindo que ele não se drogasse antes dos shows, Frans diz que brigou várias vezes com Raul Seixas.

      Elton Frans fala também sobre a língua afiada de Raul Seixas quando o assunto era com empresários de gravadoras. Um comentário infeliz feito por um dos diretores da CBS (atual Sony) fez o roqueiro pedir rescisão de seu contrato, depois de lançar um único disco pela gravadora (Abre-te Sésamo, em 80).

      "Ele disse que Raul deveria fazer uma música para o príncipe Charles e para a princesa Diana porque eles estavam sendo muito comentados na época. Raul desligou o telefone na cara do presidente e não gravou mais pela CBS."

      Russo
      Ainda em fase de apuração, o trabalho do jornalista Arthur Dapieve sobre Renato Russo promete histórias quentes. Baseado em entrevistas exclusivas gravadas em cinco fitas e em depoimentos que ainda estão sendo colhidos, o jornalista elabora um perfil de Russo com declarações inéditas e passagens pouco divulgadas.

      As curiosidades começam já na formação da banda brasiliense Legião Urbana. Segundo Dapieve, o grupo só teria se tornado um quarteto depois que Russo cortou os pulsos em uma tentativa de suicídio.

      "Ele perdeu um pouco dos movimentos das mãos e resolveu chamar o baixista Renato Rocha para integrar o grupo", conta o escritor. Na época, foi divulgado que o trio - até então formado por Russo, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos - teria chamado um novo músico para Russo ter mais liberdade para cantar.

      JT (Júlio Maria)

     
       

 

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