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Bruno Tiago Biazon
Chuva que mata
Cai do céu a limpa chuva
Lava minha alma, suja
E minha mente, vazia
Rende-se à alegria
Vejo teu corpo, és luz
Que clareia e seduz
Completa-me totalmente
Nesse eu que jaz dormente
Sinto o coração forte,
À beira de minha morte,
Querendo que me confortes
E se isso não te basta
Peço à chuva, me mata
Pois te amo, minha cara
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Beijos de saudade
O vazio de minha alma
Toma conta de tudo
Minha vida
minha mente
Meu corpo
tão carente
O simples toque é motivo
Para um sem fim de emoções
A fúria, a calma
o desejo, obssessões
A falta, o carinho
por quê me sinto tão sozinho?
A saudade dá medo ao voltar
E assombrar todos meus sonhos
Os bons momentos
o tato, o beijo
E tudo de lindo
que fomos
Mas não é preciso
que tudo acabe assim
O mundo, ainda não tem fim
e emoções me agurdam, enfim
Àquela que amei
que tenha paz na vida
Deixo meus beijos doces
Ou seriam doces beijos?
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Espírito da noite
Quando o sol se põe
E a noite invade o mundo
A Lua a ele se opõe
E o meu corpo se inunda
Se inunda de amor
Sentimento máximo, sublime
Esqueço toda a dor
Que, amiúde, me comprime
Esse espírito que me fortalece
Onde me vejo livre como um pássaro
Para sonhar, como numa prece
E me sinto completo, só assim cheio
A paixão esvai-se por meus poros
Nessa deusa, a noite, espírito perfeito
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